Oie, povo!
Estamos completamente monotemáticas com a Copa do Mundo! Não é por menos: temos quatro cristais nordestinos no Mundial vestindo a camisa brasileira. Eles estão fazendo bonito demais! Eu lá quero saber de viking, o negócio aqui é diferenciado.
A Paraíba exportou os queridíssimos Douglas Santos e Matheus Cunha, ambos pessoenses. Há alguns dias, Douglas disse em uma entrevista que a competição ia trazer mais reconhecimento dos conterrâneos, já que muitos não o conheciam antes do Mundial. (Ele vive há anos pelas bandas da Rússia). Uma curiosidade: ele é o jogador que mais tem desarmes em todo o grupo de atletas do Brasil, com uma média de três por jogo. Craqueeee da jogada! O homi sabe tirar bola do adversário.
Dos 9 gols que a seleção marcou até agora, Cunha é o responsável por três. Respeite, viu? Foi ele que se desmantelou no último jogo e gritou que só nós temos as cinco estrelinhas. Não custa nada voltar para a capital paraíbana com seis no peito, né?
Um pouquinho mais embaixo do mapa, Bremer, de Itapitanga, e o soteropolitano Danilo, estão representando o nosso país Bahia. Essa é a segunda Copa do Mundo de Bremer, que nasceu predestinado com nome de ídolo, homenagem do pai a um atleta alemão. Já Danilo, soteropolitano criado no Subúrbio Ferroviário, faz sua estreia no torneio aos 25 anos.
Mesmo fora da competição, vale reverenciar Wesley, o primeiro maranhense convocado oficialmente para uma Copa do Mundo. O lateral de Açailândia chegou a integrar a lista do Mister, mas uma grave lesão nos amistosos o tirou antes da estreia. Ainda assim, como bem lembrou o portal Imirante, ele entrou para a história. Guardem esse nome.
Inclusive, alguém tem acesso ao treino de pernas dos jogadores?
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Que Padim Ciço abençoe. Agora, bora!
Remada viking
Tu deve ter visto a “remada viking” adotada pela Noruega durante a Copa. O site Peleja explica que, embora os vikings tenham origem em territórios que incluem Noruega, Suécia e Dinamarca, eles não formavam uma nação unificada e tem algo perigoso por trás da imagem romantizada de guerreiros heroicos (conhecemos essa história, né?). Ao mesmo tempo em que os vikings desenvolveram tecnologias marítimas avançadas, também foram associados ao período da escravidão e até casos de abuso sexual. Alguns veículos da Suécia e da Dinamarca noticiaram a comemoração como algo “reducionista” da cultura nórdica. Confira essa história lá no Peleja e aproveite para acompanhar a cobertura sensacional que estão fazendo no Mundial.
Escritório antirracista
O jogador Vinícius Júnior anunciou a criação do Escritório Antirracista, iniciativa criada pelo instituto que mantém para oferecer assistência jurídica gratuita a vítimas de crimes raciais nos ambientes esportivo e educacional. As denúncias podem ser feitas por e-mail ou pelas redes sociais do instituto. Saiba mais no Ceará Criolo.
Plágio internacional
A Revista Afirmativa conta a história da bióloga e doutoranda da UFRN Gláucia Silva, que acusa o professor espanhol Joaquín Moreno, da Universidade Miguel Hernández de Elche, de plagiar o “Método Taylor Swift”, criado pela pesquisadora para ensinar botânica por meio dos clipes da cantora.
Impunidade no Ceará
A reportagem do Território Jornalismo mostra que, seis anos após a morte de Mizael Fernandes Silva Lima, assassinado aos 13 anos por um disparo de fuzil durante uma ação policial em Chorozinho (CE), sua mãe segue à espera de justiça.
Vamos de oração que domingo é o quarteto nordestino fazendo essa canoa mal feita virar, a soberba voltou!
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